O viciado em trabalho está cada vez mais comum nos dias de hoje.  O trabalhador compulsivo costuma destruir suas próprias relações e não ter qualquer forma de lazer – não à toa psicólogos e psiquiatras consideram-no como alguém doente. Entretanto, o que muitos não sabem, é que ser “viciado” em trabalhar não é algo necessariamente ruim.

Torna-se um problema apenas quando atrapalha outras áreas da vida do indivíduo – por isso o nome vício. Porém, quando se conquista o equilíbrio entre as horas dedicadas a um serviço e o tempo voltado ao lazer em geral, diz-se que a pessoa adquiriu alta performance. É dela que vamos falar agora.

Viciado em trabalho x Alta performance

Pode-se dizer que tanto a obsessão pelo trabalho (ou o termo em inglês workaholismo) quanto a alta performance são formas de se conseguir produtividade. Para quem olha de fora, não há grandes diferenças entre um e o outro. Julien Gorden, escritor e Coach americano, concorda com essa descrição. Gorden, ele mesmo um ex viciado em trabalho, afirma que as discrepâncias  são sutis – porém muito profundas.

Segundo o americano, alguém com alta performance sente-se feliz e inspirado com o que faz. Já o compulsivo gasta um tempo que não tem, torna-se irritadiço e completamente insatisfeito.  Em um artigo famoso que o Coach fez em 2014, ele lista as 7 principais diferenças entre essas duas modalidades, que você pode conferir aqui na íntegra. Dessas, 3 me chamaram mais atenção para que possamos dialogar. Vamos lá?

Saber o que é suficiente vs O que nunca é suficiente

Esse tópico é bem interessante de ser trabalhado. Um profissional de alta performance aprendeu em quais áreas realmente importa investir seus esforços, porém, mais do que isso, ele descobriu em quais não deve se preocupar tanto.

Uma pessoa com vício em trabalho não  possui essa noção. Não sabe o quanto de esforço deve dedicar nas áreas certas, por isso acaba investindo em todas – com igual preocupação e desgaste. Como comenta Gordon em seu artigo, isto depende unicamente de se ter uma clara visão de como atingir sucesso no segmento desejado e, principalmente, do significado que o sucesso tem na vida do indivíduo.

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100% no momento certo vs 110% O tempo todo

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Como foi comentado acima, o viciado em trabalho não possui clareza de onde devem chegar. Isto os deixa naturalmente confusos, o que resulta em um investimento descontrolado em todos as áreas possíveis. É o famoso “atirar para todos os lados”.

O profissional de alta performance sabe o momento de parar. Entende que existe um limite para o seu corpo e sua cabeça. No entanto, no momento de ir para o trabalho, eles dão 100% de si. Entregam-se com todas as forças para realizar aquela atividade, sem perder tempo ou procrastinar.

Já o trabalhador compulsivo não sabe a hora de dar um descanso. Estão – mesmo quando já encerrou o expediente – estão sempre atuando em 110%.  Possuem extrema de dificuldade de priorizar o que é importante, logo tudo torna-se importante. Mal percebem que ninguém consegue ficar 100% todo instante, quanto menos 110%. Por isso tais pessoas atuam em 60%, 50%, 40% e nem se dão conta.

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Conhece os próprios valores vs Permite que os outros determinem seus valores

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O profissional de alta performance, além de ter clareza do que quer, possui consciência de quem é. Ele definiu-se de maneira X e determinou certos valores para sua vida, de acordo com o trabalho que realiza e da avaliação que faz dele, em comparação com o que recebe dos próprios colegas.

Alguém que alimenta o vício em trabalho vive somente das críticas que escuta dos outros – seja do chefe, dos colegas ou do(a) parceiro(a). A análise interna foi jogada fora para viver em função do que o mundo diz sobre seu serviço – o que resulta inevitavelmente em um constante sentimento de frustração.

Como abandonar o vício e atingir alta performance?