Gostar de startup é acreditar no potencial do desconhecido. E acreditar é uma das ferramentas que movem o mundo atualmente, cheio de certezas e de conquistas cada vez mais audaciosas. Aliás, por si só, o conceito de startup já diz muito sobre essa crença: startup é um organismo vivo em busca de um modelo de negócios repetível e escalável, que se origina e trabalha em condições de extrema incerteza.

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E essa incerteza é exatamente o que faz a diferença entre os viciados em startup e os que ignoram esse modelo de negócio: a coragem para encarar o desconhecido e ir em busca de um modelo de negócio validado, viabilizando o sucesso mesmo sem certezas. Esse tipo de característica ajuda a adrenalina empresarial a subir, leva à ação, o de querer fazer tudo e todo o possível para dar certo e, ainda, deixar mais doce o sabor da vitória quando ela vem. E conseguir o sucesso com um modelo de negócio em que ninguém acredita e mostrar para eles como estavam errados inicialmente é uma sensação viciante.

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Custos baixos com retornos possíveis: outra característica que as startups têm e que nos faz viciados nesse modelo de negócio é o fato de que as startups tendem a ter um custo inicial consideravelmente baixo quando comparado a outras formas de investimento, principalmente as que possuem foco no digital.

Em um plano gerencial e empresarial de uma empresa, a tendência é ter uma reserva para sustentar o negócio por um período até que ele comece a de fato dar lucro, o conhecido bootstrapping. No caso de uma startup, esses custos iniciais são baixos, acabam sendo quase autossustentáveis mesmo com retornos pequenos.

Acreditar em uma startup é olhar para frente, para o futuro. E acreditar no futuro é o que nos motiva, porque sabemos que podemos ter e ser mais, enxergando nas idéias a possibilidade de conversão em um negócio de sucesso.