Falência de empresa é um assunto delicado, principalmente para os empreendedores. O medo de ver o próprio negócio quebrar é assustador e tira o ânimo de qualquer um em querer voltar a empreender.  A dura e triste realidade é que no Brasil, segundo dados do Sebrae, pelo menos 25% das empresas fecham sem nem mesmo completarem dois anos de vida.

Muitos blogs, economistas e pesquisadores já abordaram as diversas razões pelas quais esse fenômeno acontece. Minha empresa faliu e agora? Como fechar uma empresa com dívidas? Como recuperar uma empresa falida? Artigos como este aqui e este  discutem sobre o tópico. Para que você, leitor, não encontre somente mais do mesmo, iremos fugir um pouco do padrão. Contando-lhe uma história.

falência de empresa

A falência de empresa, a rã e a água quente

A falência de empresa não acontece do dia para noite. A morte de um empreendimento é sucessivo e lento, porém mortal. Podemos compará-la à picada de uma cobra venenosa: de início você sentirá uma dor suportável, ou talvez nem se dê conta de que fora mordido. Em alguns minutos, certa roxidão tomará conta da área onde o veneno fora inoculado. Algumas horas depois o mal estar se espalhará pelo corpo, até o momento que você estará incapacitado.

Depois disso, vem à morte. Súbita e angustiante, sem aviso ou conversa.

Porém, há uma metáfora ainda mais precisa para explicar o maior erro pelo qual uma empresa fecha. Irei contá-la agora.

Certo dia, uma senhora idosa decidiu cozer uma rã para sua janta. Não tendo coragem de matá-la, optou por jogá-la direto na água quente numa temperatura de 50º. Ao fazer isso, imediatamente o anfíbio pulou para fora d’água em um salto. A senhora tentou outras vezes e o mesmo aconteceu. Sem ter o que comer, ficou com fome.

No dia seguinte, decidiu que daria um jeito de comer aquela rã. Optou por uma estratégia diferente. Sem esquentar a água, deixou que rã ficasse na panela, nadando livremente. Em alguns minutos, aumentou um pouco a temperatura a um nível suportável pelo animal. A rã ficou desconfortável por um momento, mas logo acostumou-se ao novo ambiente.

Seguidamente a senhora foi aumentando a temperatura, tomando o cuidado para que a rã não pulasse para fora da panela. Não demorou e o calor tornou-se intenso, porém a rã já estava desgastada e incapaz de sair dali. E assim ela morreu, sem saber exatamente o que aconteceu.

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O que uma rã cozida nos ensina, discutindo a história parte por parte

Vamos comparar a falência de empresa à rã cozida. Quando nos deparamos com uma dor muito grande, nossa tendência natural é a de evitá-la a qualquer custo. Foi o que aconteceu com a rã, quando foi atirada imediatamente na água efervescente. Costumo dizer que momentos como este são uma benção.

Quando um problema se apresenta a nós de maneira tão explícita e com uma grande dose de sofrimento, as chances que temos para reagir aumentam drasticamente. A grande questão encontra-se quando as falhas que podem nos derrubar – e quebrar um negócio – não dão as caras. Você sente a dor e o incômodo, porém logo se acostuma e “deixa pra lá”.

Aceitar qualquer incômodo como sendo algo normal é o convite à “morte”. 

Foi exatamente o que aconteceu com a rã e pode ocorrer com o seu negócio. Será que você já identificou qual o maior erro que leva à falência de empresa? Não? Então quero que continue me acompanhando…

O maior de todos os erros: incapacidade de identificar e aceitar o problema

Sim, podemos listar as principais razões que levam um empreendimento à quebrar. Vamos citar alguns:

  • falta de planejamento (esse aqui chega até a ser óbvio)
  • falta de marketing (um negócio sem publicidade não é um negócio)
  • não dar ouvidos ao cliente (o famoso empreendedor narcisista)
  • não ser capaz de formar uma boa equipe (um dos problemas mais difíceis atualmente)
  • falta de dinheiro (não preparar um empreendimento de acordo com as finanças)

Cursos, artigos e uma série de conferencionistas podem nos apontar esse problemas para resolvermos. Porém, enquanto empreendemos, há uma clara dificuldade em se descobrir qual o real problema que afeta nosso negócio. Ou pior: investirmos tempo e dinheiro na falha errada. Enquanto isso, vamos sendo cozidos por todos os lados sem saber que ações tomar. Até o momento em que já não temos mais energia para fazer coisa alguma.

Como solucionar? Algumas dicas sensacionais

A capacidade para identificar problemas está essencialmente pautada na experiência. Eis o motivo pelo qual um empresário falido pode abrir  outra empresa com uma enorme chance de sucesso. Porém, não podemos também apenas esperar nossos momentos de erro para aprendermos. Afinal, se fosse assim, todo primeiro negócio precisaria fechar para em algum momento dar certo.

Por isto vamos lhe dar algumas dicas preciosas para pular essa fogueira. 

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Uma das melhores soluções para qualquer problema é estudar, principalmente com quem entende do assunto. Já conhece a Escola de Negócios? Ainda não assistiu nenhuma aula dessa comunidade que tem as ferramentas e técnicas mais atuais para montar um negócio de sucesso? Se você quer aumentar os lucros do seu empreendimento ou aprender a montar um Negócio de Sucesso escalável e sustentável do zero, clique aqui

Dica 1: não espere a água ferver

A verdade é que muitos empreendedores até são capazes de identificar qual o problema da empresa. Porém, simplesmente não agem. Aquilo os incomoda, porém não fazem nada para “evitar a fadiga”. É a famosa zona de conforto. Acostumam-se com a dor. Ficam com ela e deixam essas falhas criarem raízes. Quando vemos, não há mais nada a se fazer.

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Dica 2: não se acostume a nadar, aprenda a estar sempre pulando

Esta dica é um complemento da outra quando se trata de falência de empresa. Quando a rã está na panela, o que mais a motiva a se manter ali é o fato de estar em seu ambiente: água. Muitos empreendedores sentem-se extremamente à vontade com o negócio que possuem e passam a conduzí-lo com uma tranquilidade mortífera. É preciso manter a serenidade em todos os momentos, porém mais do que isso é necessário estar com um senso de alerta ligado para quando uma medida precisar ser tomada. Por isso não se acostume a nadar, mas a estar sempre pulando.

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Dica 3: não se permita chegar a nenhum esgotamento

A rã, quando deu-se conta de que estava numa fria – se me permitirem o trocadilho – , estava tão abatida e cansada que a única coisa que ela pôde fazer foi esperar a morte. Essa dica não vale só para os negócios, mas também para relacionamentos. Tudo possui seu limite. Chegar a ele para decidir fazer algo é o mesmo que nada. Tome decisões enquanto a dor ainda for suportável.

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Essas são algumas dicas que essa rã cozida pode nos ensinar sobre falência de empresa. Por meio dessa história, talvez você tenha pensado em alguma outra. Reflita bastante e a utilize sempre que precisar dar uma chacoalhada no seu negócio, assim como esse artigo.

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