Você sabe o que são emoções conflitantes? Tenho certeza que você já as vivenciou. Muito provavelmente você passou por momentos em que uma oportunidade bateu-lhe a porta e um sentimento de enorme alegria tomou conta do seu ânimo, para logo em seguida ser balançado por medos como: “Será que vou conseguir? Sou bom o suficiente para esse emprego?” Difícil até saber se você deveria ficar feliz ou assustado. Isso caracteriza os conflitos internos: quando você experiencia  dois sentimentos contrários, tanto em conteúdo, quanto em valência (positividade x negatividade).

Pesquisas apontam, no entanto (e infelizmente), que, na maioria dos conflitos internos, as emoções de cunho negativo acabam por dominar as mais alegres. Isso vale para boa parte dos casos que você possa imaginar: entusiasmo e raiva, tristeza e alegria, culpa  e euforia etc. Mais do que isso: tais conflitos entre emoções costumam levar a atitudes de extrema cautela e recuo diante de oportunidades, em momentos que as mesmas deveriam ser aproveitadas. Algo muito observado em empreendedores habituais, com boa carga de experiência nos ombros.

Você já parou para pensar nisso? Nas chances que a vida lhe deu e você não agarrou… por medo? Um emprego que poderia mudar sua vida, mas você recusou pois não conseguia tomar uma decisão coerente?

Por ter se tornado algo bem comum, decidi trazer duas dicas que podem lhe auxilar a virar esse quadro, caso você tenha conflitos internos em momentos decisivos da sua vida.

Considere o que pode ou não pode ser feito naquele momento

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Você já deve ter escutado a expressão “sofrer por antecedência”. Gastamos toneladas de energia com nossos pensamentos diários, sem atentar para o fato de que muitos deles não estão conectados com o mundo real. Já parou para pensar que muita dessas emoções que tiram sua alegria estão baseadas em situações do futuro irreais – pelo simples fato que você não sabe o que vai acontecer – ou do passado, já que o seu presente é diferente por natureza (e sempre será)?

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Vou te dar essa dica então: pegue um papel e coloque como título um sinal de +. Escreva nele tudo o que você pode fazer naquele exato momento. Ler um livro para esclarecer as ideias? Ir à academia? Chamar os amigos para bater um papo? Veja bem, enquanto você está vivendo algum conflito interno – e pouco a pouco deixando-se dominar pela negatividade – você simplesmente se desconecta com o presente. Isso trará só confusão e ansiedade.  Recolocar o foco no mundo real é a chave para dominar seu conflito interno. Mais do que isso: ao perceber o que pode ser feito naquele momento, você também percebe que certas coisas não podem ser feitas ainda. Se você tomou a decisão de aceitar um emprego e o mesmo inicia só semana que vem, qual a razão de sofrer uma semana antes? Nenhuma. E saber disso é no mínimo libertador.

Conflitos internos: reconheça e desafie as ideias negativas

Vamos lá, você quer ser feliz e ser contagiado com a alegria do momento. Mas aí vem o medo, a raiva… Assim como coloquei em cima, na maioria das vezes, tais sentimentos não têm bons fundamentos. Grave isso: é comum sofrermos com o irreal. Por isso essas “verdades” que acompanham tais sentimentos precisam ser questionadas. Ponhe-as a prova. Confronte-as com as experiências e evidências de sua vida. Seja realista e avalie as possibilidades unicamente no que pode ou não pode ocorrer. Sem crise.

Ainda tem mais…

Guardamos uma última ferramenta que lhe será útil para superar o conflito de emoções. É uma forma prática de acessar mais profundamente seus próprios sentimentos, ensinando-o a contar sua própria história…