Falta as pessoas autoconfiança; basta conversar com alguns interessados em começar um negócio para observar que boa parte destes possui os principais atributos para se tornarem um empreendedor: criatividade (uma boa ideia) e conhecimento/competência.

No entanto, um número bem reduzido decide realmente encarar o desafio de começar seu próprio empreendimento. As razões dadas costumam ser essas:

  • É muito complicado ter sua própria empresa;
  • Muito trabalho, não tenho saco para isso;
  • Acho que não tenho conhecimento suficiente; 
  • Não me sinto capaz;  purchase at a low price pills online – http://iphonecase.besaba.com/purchase-at-a-low-price-pills-online/

Eu poderia listar mais um sem número de motivos que escuto para não empreender, porém vamos ficar com os principais. Em especial, os dois últimos que propositalmente coloquei em negrito.

A verdade é que ser um empreendedor exige um atributo fundamental do nosso jeito de ser que poucos tem ou não se preocupam em desenvolver nos melhores níveis: confiança em si mesmo. Você sabe o que é isso? Para que serve na sua vida? Por quais razões você deveria tê-la com você?

Por ser um tema bem batido na nossa sociedade, sei por experiência que a palavra autoconfiança faz parte daquele rol de coisas que repetimos diariamente sem necessariamente atentar para as implicações disso para nossa vida. Com este artigo você irá:

  • Entender definitivamente o que é ter (auto)confiança;
  • Quais as implicações dela em sua vida e porque você deve desenvolvê-la continuamente;
  • Qual o caminho para se conquistar confiança de maneira duradoura (em 3 passos);
  • Entender porque confiança é a chave para se construir um futuro sólido e próspero.

Então, vamos começar?!

Autoconfiança: o que é?

Autoconfiança não é uma simples crença de “eu consigo, eu posso, por isso vai dar tudo certo”. Também não é  simplesmente acreditar “eu me amo e me aceito”. Mas, sim, um conjunto dessas duas modalidades: de um lado a autoestima, do outro a convicção de que você é capaz de realizar uma determinada atividade – que os psicólogos chamam de autoeficácia.

Logo, como você pode ver, ter confiança em si mesmo é algo bem mais complexo e envolvente. Pessoas que a possuem são aquelas que aprenderam a olhar para si mesmas com uma boa dose de carinho e compreensão, assim como provaram para seus egos que detêm capacidade suficiente  de realizar as atividades que se propuserem a fazer. Bem simples, não acha?

Agora você  sabe o que é autoconfiança. Porém, se eu lhe perguntasse, você conseguiria identificar  uma pessoa que a possui de fato?

A dica que eu dou é a de observar as principais características que alguém certamente adquiriu exercitando sua confiança no mundo. Do outro lado, temos aqueles com baixa confiança e traços bem próprios.

Pessoas com auto confiança…

  • Fazem o que consideram certo para si mesmas, mesmo quando os outros a criticam por isso.
  • Sentem-se entusiasmadas ao se envolverem com desafios e precisam usar mais do seu tempo para superá-los.
  • Admitem seus erros e crescem com eles.
  • Sentem-se alegres quando parabenizados, porém não permitem que isso as deixe arrogantes.
  • Aceitam cumprimentos dos outros com modéstias, como no exemplo “obrigado por ter reconhecido meus esforços. Irei sempre melhorar.”

Já as pessoas sem autoconfiança…

  • Seus comportamentos são controlados pelo o que os outros falam.
  • Mantém-se sempre na zona de conforto, temendo derrotas e nunca aceitando riscos.
  • Sentem-se excessivamente culpadas quando erram e buscam a todo custo cobrir as “pistas” do próprio equívoco para que ninguém perceba.
  • Exaltam as próprias virtudes para quem estiver por perto.
  • Não aceita cumprimentos, como no exemplo “Ah, isso que eu fiz não foi nada. Qualquer um poderia ter feito.”

 

Viu? Quando estiver na rua ou perto de amigos, preste bem atenção no modo como eles agem, falam e se portam. Aprender a fazer isso será o primeiro passo para motivá-lo a conquistar sua própria confiança: vendo como essas duas categorias de pessoas se comportam e o que ambas conseguem e deixam de conseguir com seus modos de ser.

Construindo a autoconfiança de maneira sólida

Se nós formos realizar uma consulta com o Dr. Google, pedindo a ele os principais remédios para a cura da baixa confiança que temos em nós mesmos, é bem provável que ele lhe dê mil e uma fórmula que envolvam pensar positivamente. Mas pensar positivo não é bom? Certamente! O modo como você pensa irá determinar a maneira como você lida com a vida.

No entanto, não basta só pensar. Se fosse isso, acho que nem se quer teríamos problemas no mundo…

É preciso compreender que o pensamento positivo é uma construção, uma consequência de um processo. Em outras palavras, é a ponta do iceberg.  Ter autoconfiança, portanto, não é um caminho fácil nem um atributo que irá se conseguir em 5 minutos. Esta seria uma má notícia. Porém também te trago uma boa: conquistar confiança em si mesmo é perfeitamente possível!

Sim, pode demorar e até dar vontade de desistir, mas saiba que nada de bom nesse mundo se consegue num caminho só de flores. É entendendo isso que montamos um guia completo  que irá ajudá-lo a escolher os melhores passos a serem dados rumo a uma confiança sólida, capaz de construir um futuro próspero e rico de possibilidades. São três passos (é no segundo que a brincadeira realmente começa) de pura ação e reflexão. Vamos a eles!

autoconfiança se constrói

Pedra por pedra… Você consegue!

Primeiro passo: preparando sua jornada

Eu acredito plenamente no seu potencial. Se conseguir fazer com que você minimamente creia nele também, terei atingido meu objetivo. É por este motivo que você e eu estamos aqui, numa jornada.

Uma jornada? Sim, uma jornada! Esta na hora de arrumar as malas, escolher as roupas mais leves e só levar os pertences necessários. A jornada que você irá fazer, no entanto, é completamente interior. Claro que se no fim você acabar decidindo ir a uma praia, não esqueça de me convidar!

Toda viagem precisa de uma preparação. Vou te passar alguns conselhos importantes do que você deve levar. Olhe só o que é será preciso…

Olhar tudo o que você já conquistou

Esse primeiro passo é bem importante. Pessoas com baixa confiança costumam pensar que jamais conquistaram nada e isso é uma grande mentira. Sabe o motivo? Há duas coisas que você faz tão automaticamente e que exigiram de você o maior esforço de sua vida para aprender: respirar e andar. Você pensa quando respira? Quando anda? Lá na placenta da sua mãe, houve um baita de uma energia da sua parte para desenvolver o aparelho respiratório e poder filtrar o ar que no futuro encheriam seus pulmões. Mesmo assim, logo no início, podes ter ficado numa incubadora precisando de um pouco de ajuda.

Olhe para você hoje! Você respira, inspira, solta… Foi difícil no início, mas se você está vivo, então é porque conseguiu.

E para andar? Quando você era pequeno, sei bem que caíste diversas vezes para poder enfim dar aqueles primeiros passos bem firmes. Sabes quantas vezes tentaste e caíste? Diversas… E nem por isso paraste de tentar. Então não posso aceitar que jamais conquistaste nada, pois sei que conquistou. Também sei que há outras coisas além disso. Que tal fazer uma lista e começar a anotar?

Feito isso, vamos continuar a preparação…

Pense no que é importante para você e onde deseja ir

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Ninguém faz uma viagem  sem saber para onde quer ir, nem sem levar o que é importante para ela. É preciso que defina bem o que irá colocar  na sua mala, assim como o trajeto a ser tomado. É exatamente por isso que há a necessidade de colocar de modo bem claro três coisas:

  • Quais são os meus principais valores pessoais?
  • Qual o melhor caminho que devo seguir para que possa mantê-los, em vez de abandoná-los?
  • Que etapas devo atingir ao longo desse caminho?

Os valores pessoais que você carrega dizem muito de como sua autoestima e autoeficácia funcionam para formar sua autoconfiança. Um exemplo prático e pessoal: ter um tempo livre para mim mesmo e meus amigos é algo essencial na minha vida. Sem isso, sinto como se meu mundo pudesse ruir. Eis a razão do por quê sempre organizo meu trabalho para que pelo menos no fim do dia eu posso ter uma hora pelo menos com a família ou para fazer uma leitura que gosto.

Caso esse valor pessoal não fosse respeitado, eu certamente estaria com a minha confiança lá embaixo, na medida em que minha autoestima ficaria abalada por não fazer as coisas como gosto e quero, assim como eu colocaria em cheque minha capacidade de organizar meu trabalho em um determinado período de tempo.

Logo, foi preciso que eu escolhesse um emprego que me permitisse flexibilidade de horários e me pudesse organizar da melhor maneira meu próprio serviço. Isso foi (e está sendo) o caminho para manter esse importante valor pessoal. As etapas para atingi-lo dependem muito do objetivo de cada um, porém ao acertar os dois primeiros pontos, esta terceira fase se desdobra naturalmente com planejamento.

Agora vamos à última parte da preparação da sua jornada!

Maneje seus pensamentos

Antes de começar a viagem para construir sua autoconfiança, tenho plena certeza que um certo medo irá aparecer… É normal. Entretanto, não se pode permitir que pensamentos negativos lhe impeçam de tomar decisões. Você já sabe que conquistou muita coisa (e tem muito mais  para conquistar), definiu fortes valores pessoais e um caminho a seguir para mantê-los e possivelmente suas etapas. Agora é hora de não se ficar paralisado, nem no início, no meio ou – principalmente – quando estiveres no fim da jornada. Saiba que este é um exercício necessário para todo o caminho.

Você terá que lidar com seus pensamentos todos os dias e, com eles:

  • Suas dúvidas sobre si mesmo;
  • Certo sentimento de impotência diante de acontecimentos que não dependem de você;
  • Frustração quando algo importante não der certo.

O melhor conselho que posso lhe dar: continue mantendo seus valores pessoais, não os abandone por outros só por que aquele não deu certo. Quando pensamentos ruins fluírem por você, apenas pare tudo e faça algo relaxante: um exercício, um bom livro ou quem sabe namorar um pouco. E siga em frente. Pois agora a jornada vai começar…

Segundo passo: indo à luta!

Vamos começar essa jornada que ainda nem seu início e  já está dando no que falar! Você já arrumou as malas e tudo o que precisa. Agora é preciso colocar o primeiro pé fora de casa.

Foque no básico

Veja só: por mais que ter confiança em si mesmo não seja tão simples quanto você imaginava, não quer dizer que devamos iniciar  nossa jornada rumo a ela dando passos maiores do que realmente somos capazes. Pode-se comparar a construção  como a de um pirâmide virtuosa. Em um dos pontos dele, há as crenças em sua capacidade e sua autoestima. Essas crenças o levarão a atitudes – o segundo ponto.

Quando realizamos algo que realmente deu certo, isto nos leva ao terceiro ponto do círculo: a confiança em si. No entanto, quando não, tendemos a ficar frustrados e voltamos negativamente ao primeiro ponto da pirâmide, fragilizando nossa autoeficácia e autoestima.

Eis a razão do porque devemos começar sempre com o básico. Já compreendemos que a confiança em nós mesmos se constrói por meio de ações, então use-as ao seu favor. Faça o que já consegue realizar e assim que o seu potencial realmente começar a emergir, dê passos mais ousados. O que nos leva ao segundo ponto da jornada…

Estabeleça metas pequenas e as alcance

Este ponto é um desdobramento natural do anterior. Não irei demorar muito nele. Apenas suba um degrau de cada vez e jamais se apresse para chegar no topo. Essa é uma lição importante que a metáfora da corrida da tartaruga e do coelho já nos ensinou: ir caminhando lentamente e com tranquilidade o ajuda a manter energia suficiente para percorrer toda a jornada com entusiasmo. Quando somos como o coelho e usamos toda a força que temos para alcançar logo o fim, nos cansamos, desistimos e perdemos.

O mesmo vale para as metas: objetivos maiores do que você roubarão sua energia e criarão um círculo de frustrações o qual pode ser difícil se livrar depois – destruindo sua autoestima, a crença em suas próprias capacidades e por fim sua autoconfiança. O que nos leva, novamente…

Maneje seus pensamentos (sempre)

É preciso reiterar isso com bastante ênfase. Isto pode ser a diferença entre o sucesso e a derrota na construção de uma confiança em si sólida. As dúvidas, reocupações e descrenças te acompanharão por um longo tempo, então será preciso lidar com elas.

Agora…

Terceira passo: confiança para um futuro rico e próspero

Essa é parte que a jornada para construir sua autoconfiança termina e você percebe que:

  • Está sorrindo mais;
  • A vida ganhou um propósito;
  • Sua autoestima está lá em cima. A confiança de realizar certas tarefas também;
  • Você tem fé no futuro;
  • Está na hora de fazer mais e mais jornadas; 

Autoconfiança está intimamente ligada a própria fé no futuro. Não há como dissociá-las. Pois todas as nossas ações, de algum modo, estão orientadas para o futuro. Abrir uma porta te leva para fora de casa, andar te coloca rumo ao trabalho, fazer exercícios é a maneira escolhida para perder peso.

Ter confiança em si mesmo segue o mesmo rumo. Pois acreditar em si mesmo hoje é ter fé em você também amanhã. Sentir-se capaz de realizar diversas atividades o levarão a crer no seu próprio potencial – que é exatamente o que ainda está por vir. Logo, a partir do momento que você tiver construído uma autoconfiança sólida, o seu futuro irá adquirir novas feições – com certeza bem mais coloridas.

Não demorará muito para que você diga a si mesmo: por que não viajar mais? Fazer jornadas a terras que nem imaginava explorar?

Quer um conselho? Seja como os navegadores de antigamente: caia no mar, sabendo que há tempestades e sua vela pode cair, mas sempre perseguindo o horizonte como meta!

Para completar este artigo, olhe essas dicas sensacionais que o Claudio colocou em seu canal falando sobre o tema: