Mitos do empreendedorismo é o que não falta. Visões equivocadas sobre o tema, muita das vezes responsáveis por dizer se um pessoa abrirá ou não um negócio.

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Dentre os vários que podemos encontrar na internet, há três que precisam ser mencionados pelas seguintes razões:

  • não são bem explorados
  • muita das vezes não são considerados mitos
  • poucas pessoas se quer se questionaram sobre

Os 3 mitos do empreendedorismo são: a) a de que todo líder deve ser carismático para comandar uma equipe; b) o plano de negócios é a solução de todos os problemas da empresa e c) que apenas é possível ter retorno com investimento.

Ficou curioso? Então nos acompanhe!

Mitos do empreendedorismo: eu preciso ser carismático?

Vamos primeiro definir o que é carisma e o que significa ser carismático. Lembra do seu tempo de colegial ou faculdade, quando havia aquele rapaz ou moça que se destacava por alguns atributos  e costumava chamar atenção  dos outros de uma maneira positiva?

Uma das características do carisma é a capacidade de atrair atenção para si, porém não somente isso. As pessoas carismáticas detêm  a habilidade de servirem de inspiração e ânimo aos outros, criando desse modo um forte laço com os demais.  Não à toa a palavra carisma vem do grego e quer dizer “presente, dom”.

Logo, alguém com essa característica seria alguém extraordinário, apesar de não ter nada exatamente em especial.

O problema da liderança carismática não está no carisma em si, mas sim na necessidade de se colocá-lo como uma obrigatoriedade no comando da empresa. Esta questão já vem sendo debatido há certo como um dos mitos do empreendedorismo, pelas seguintes razões:

  • a liderança carismática tende a centrar as decisões em uma única pessoa;
  • ter carisma não significa deter as habilidades  do empreendedor para liderar;
  • a liderança carismática pode perder o foco entre a “inspiração” e a “ação”

mitos do empreendedorismo

Por que devemos nos preocupar com a liderança carismática?

O primeiro ponto talvez seja o mais preocupante. Cada vez mais nos encaminhamos para uma visão mais colaborativa e grupal da realidade. Estamos nos conectando em uma velocidade espantosa e as sociedades (assim como o planeta), descobrindo-se como organismos vivos, que dependem de um funcionamento em conjunto.

A noção de “eu mando, vocês obedecem” está se tornando obsoleta e conservadora. Este é um dos antigos mitos do empreendedorismo. Se não assim, por finalidades práticas, está cada vez mais impossível concentrar todas as importantes decisões em uma única pessoa. Além do mais, é preciso que haja sempre aquele elemento questionador da liderança, para evitar que as ações sejam enviesadas.

Não se pode deixar de mencionar que líderes carismáticas podem se tornar narcisistas e vaidosos, apegando-se excessivamente ao papel de poder que ocuparam e incapazes de ouvir os companheiros de trabalho, recaindo no problema comentado acima.

Isto recai no segundo ponto que precisamos abordar sobre carisma, que é o de que: empreendedores são natos, nascem para o sucesso. Entenda aqui o papel do empreendedor como também o de líder. Neste caso, o carisma é por vezes visto como uma habilidade natural e intrínseca à pessoa. O grande perigo de se pensar assim é que se torna fácil acreditar que outros características importantes da liderança não possam ou devam ser aprendidas, tais como: autocontrole, tomada de decisões, gestão, visão de grupo etc…

O líder solitário

O que nos leva invariavelmente ao terceiro ponto deste tópico: muita inspiração, pouca ação. As pessoas tendem a ver líder carismáticos como salvadores e capazes de solucionar os problemas de suas vidas  – os brasileiros, em particular, adoram fazer isso com seus políticos. Em decorrência disso, o grupo liderado torna-se estático, esperando a boa vontade dos milagres de quem os comanda.

Complicado, não acha? O bom líder não é  aquele necessariamente só carismático, até por que inspirar os outros não é exatamente ruim. No entanto, mais do que isso, é a pessoa capaz de dar rédeas para um grupo, distribuir tarefas e ser visto como ponto de encontro para que a equipe funcione e possa se autogerir. O respeito vem como consequência disso.

O plano de negócios: salva ou não salva?

O plano de negócios é a organização sistemática e estratégica das principais metas de uma empresa, para um determinado período ou ação específica no tempo.  Este é um dos fortes mitos do empreendedorismo. Quando se trata de falar disso, há dois extremos que se encontram:

  • o plano de negócios é inútil, afinal ninguém ler (se duvidar, nem minha mãe)
  • o plano de negócios é o salvador da empresa (depois de Deus, claro)

As duas visões estão equivocadas. O plano de negócios é sim útil para que se possa ter um parâmetro do que se pretende alcançar  com a empresa, porém ele não deve se tornar um manual rígido e sectário.

Este é um cuidado que precisa ser tomado: há diversos empreendimentos em que o plano de negócios tornou-se praticamente um livro religioso, com seguidores fanáticos que o carregam debaixo do braço aonde quer que vão.

É preciso que se entenda algo: os tempos atuais não possuem o padrão de 50, 60 ou 70 anos atrás. O mundo não é mais tão estático, nem governado por regras tão rígidas. O avanço da tecnologia tornou tudo mais dinâmico e passou a exigir de cada um de nós flexibilidade para se adequar aos movimentos da maré.  Quem não enxergar isso e criar um plano de negócios fixo, terá dificuldades ao longo do caminho, podendo experimentar até mesmo o fracasso.

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Retorno sem investimento: R$1,00 ou 500 mil?

Outro ponto que causa muita confusão e um dos grandes mitos do empreendedorismo.  Uma das ideias que se tem colocado como regra da sociedade é a de que todo investimento levará (bastante) tempo para que haja algum tipo de retorno concreto. Será que isso é verdade?

Minha tendência é a de dizer que não. Porém é bom que reflitamos primeiro o porque dessa afirmação.

Eu imagino que quando pensamos nisso, logo de cara alguns casos saltam aos olhos: Bill Gates e Steve Jobs, para citar.  Ambos os empreendedores começaram literalmente do zero, dentro do seu quarto ou na garagem de casa com algumas simples ferramentas.  Pouco havia que eles pudessem criar com seus recursos e, mesmo assim, fizeram o impossível.

Há uma série de outros exemplos desconhecidos e que passam despercebidos por nós. Perto de minha casa  fica acomodado um Food Truck que começou como uma simples barraquinha de lanchonete. Lembro que os únicos ingredientes eram: o pão da esquina e o molho de tomate da avó do dono.

Recordo de um pipoqueiro em São Paulo que viralizou entre as principais companhias da cidade, unicamente por entregar seu produto em um saco personalizado com mensagens positivas dentro. E, acredite, é possível citar muitos outros.

Estes últimos exemplos são para que questionemos a noção do que é investimento e retorno. Em primeiro lugar,  investir não é apenas dinheiro. Dinheiro é apenas um facilitador. O principal investimento se dá por meio do tempo e da energia.

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O verdadeiro investimento

Energia e tempo: seus bens mais valiosos; estes sim você estará investindo constantemente para que o seu negócio cresça. Pensar que o dinheiro é o essencial está entre os principais mitos e verdades sobre empreendedorismo. O mundo encontra-se repleto de exemplos, como os que eu citei, de pessoas que começaram com absolutamente nada e construíram projetos valorosos para eles e em benefício da sociedade.

O retorno foi inevitável: pessoas satisfeitas, alegres e que comunicaram aquele trabalho para outros. A mesma lógica do dinheiro em relação ao investimento, vale para o retorno. Não necessariamente de imediato irá se conseguir a tão sonhada independência financeira e esta não costuma ser a primeira das conquistas.

O que aprendemos hoje, então?

  • Há atributos mais importantes que o carisma
  • Liderança carismática pode ser perigosa
  • o plano de negócios é apenas um guia, não um livro religioso
  • é preciso ser flexível em qualquer forma de planejamento
  • não é necessário ter muito dinheiro para investir em um empreendimento
  • o verdadeiro investimento não é de dinheiro, mas sim de tempo e energia
  • há retornos que vem primeiro do que a independência financeira

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Que tal começar a colocar isto em prática?

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